Como se já não bastasse as diversas denominações de ações no mídia existentes, (guerrilha, buzz, emboscada, viral, etc.) que já causam uma boa confusão na mente dos próprios publicitårios, agora surgiu um novo termo para esse mar de variações sobre o mesmo tema, que visam, ao fim de tudo, chamar a atenção do consumidor para alguma coisa. Balls Marketing?!! What, in god`s name, is that?!
Aqui está o link para a ação que gerou este post. Em seguida seguem-se comentários sobre o novo modelo de ação criado, sobre a atividade publicitária ser baseada na confiança e até uma breve reflexão sobre a vida (publicitário se mete em tudo!).
Balls marketing nada mais é do que aquela ação que precisa de "balls" (culhões). Ou seja, uma ação que precisa de coragem tanto da agência que sugere e operacionaliza, quanto do cliente que aprova. Normalmente as ações envolvem risco de morte e/ou uma chance enorme de dar errado. E é nessa chance de dar errado, nesse risco de morte, que se baseia a chance de sucesso da ação.
Mas já não é assim em todas as áreas da propaganda e do marketing? Já não é assim na vida? A certeza de que algo vai dar certo nunca existe, até porque, se existisse, a vida seria um tanto sem graça. Está certo que aqui estamos falando em um caso extremo, um caso de morte. Mas se a comunicação planejada para uma empresa não funcionar, não morre toda a imprensa? Desde seus dirigentes até seus funcionários? Então não é tão diferente assim. Na verdade, a diferença existe porque aqui a morte seria evidente, trágica, presente. E no segundo caso, a morte aconteceria longe do grande público, e o que acontece longe de nós não é tão marcante assim.
Fato é, que muitas vezes quem estraga a publicidade é o cliente. Às vezes, o publicitário do alto de toda a sua experiência e de todo o seu conhecimento teórico, recomenda modos de se comunicar que são reprovados pelo cliente. Cliente esse que não sabe nada sobre nada de comunicação e que mesmo assim tem "culhões" para dar a sua opinião sobre o que ele desconhece. Dessa forma todo o conhecimento do publicitário vai por água a baixo e perde-se muito com o uso dessa prerrogativa. Com tudo isso quero dizer que o caso não é coragem, é confiança. O cliente precisa acreditar que o publicitário sabe o que está fazendo, ao invés de impor a sua vontade.
E é justamente na confiança que se baseia o balls marketing. Uma idéia para lá de extravagante de um publicitário que recebe a confiança total de seu cliente. Dessa forma o cliente reconhece as habilidades do profissional contratado para resolver seu problema de comunicação, assumindo que ele é de fato um profissional e não uma pessoa que tem idéias do nada, sem nenhuma sustentação.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Muito mais do que telefonia móvel
A Oi chegou no mercado como uma empresa de telefonia móvel, para ser mais uma entre tantas concorrentes. Porém, atualmente a empresa chegou a um novo patamar. A Oi evoluiu do mundo concorrido dos celulares para tornar-se uma empresa de entretenimento, atuando em todas as mídias digitais. Ela mantém canais de comunicação no rádio, na internet (como provedor de acesso), na telefonia fixa, na televisão e... ah! claro, na telefonia móvel!
Da forma como atua, a empresa pode considerar-se única, ninguém mais no mercado brasileiro tem tantas áreas simultâneas de atuação. Esse, inclusive, é um fator interessante. Durante um planejamento de marketing chega um momento em que devemos estabelecer qual vai ser o posicionamento da empresa. Ou seja, é nesse momento em que fica estabelecido com quem a empresa vai comunicar-se, que imagem ela quer passar aos seus clientes, qual é o seu mercado de atuação... A Oi optou por ser uma empresa moderna, com um visual despojado e, o mais importante, optou por não ser mais uma entre muitos. Ela criou um nicho de mercado para ela, o que é algo extremamente difícil de fazer.
Encontrar um espaço de atuação que esteja completamente vazio, onde não haja concorrentes diretos, requer uma compreensão muito grande do mercado. E a empresa conseguiu. Através de um bom planejamento e de muita pesquisa, ela ocupou um espaço que é só seu. E quando esse espaço é só seu e você não precisa dividí-lo com ninguém, você tem liberdade para funcionar da maneira que quiser! E de preferência, da maneira mais criativa possível.
E foi tudo isso que a Oi conseguiu fazer. E que continua fazendo. Não é apenas porque ela já atingiu um lugar confortável no mercado que ela pára com as suas pesquisas, com os seus trabalhos e com as suas inovações. A empresa é cada vez mais envolvente. Tanto quando produz concursos que incentivam a criatividade dos jovens, quanto, quando com sua sabedoria mercadológica, não cobra multa de portabilidade e mantém seus celulares desbloqueados.
Nós gaúchos, depois de tanto assistirmos as suas propagandas e não podermos desfrutar de suas vantagens, agora formamos filas para desbloquear nossos celulares em uma minivan no centro da nossa capital. Todos querem a Oi. E o seu slogan é mais verdadeiro do que nunca.
"Você fica na Oi porque gosta. Não porque é obrigado." E quem não quer estar na Oi?
Da forma como atua, a empresa pode considerar-se única, ninguém mais no mercado brasileiro tem tantas áreas simultâneas de atuação. Esse, inclusive, é um fator interessante. Durante um planejamento de marketing chega um momento em que devemos estabelecer qual vai ser o posicionamento da empresa. Ou seja, é nesse momento em que fica estabelecido com quem a empresa vai comunicar-se, que imagem ela quer passar aos seus clientes, qual é o seu mercado de atuação... A Oi optou por ser uma empresa moderna, com um visual despojado e, o mais importante, optou por não ser mais uma entre muitos. Ela criou um nicho de mercado para ela, o que é algo extremamente difícil de fazer.
Encontrar um espaço de atuação que esteja completamente vazio, onde não haja concorrentes diretos, requer uma compreensão muito grande do mercado. E a empresa conseguiu. Através de um bom planejamento e de muita pesquisa, ela ocupou um espaço que é só seu. E quando esse espaço é só seu e você não precisa dividí-lo com ninguém, você tem liberdade para funcionar da maneira que quiser! E de preferência, da maneira mais criativa possível.
E foi tudo isso que a Oi conseguiu fazer. E que continua fazendo. Não é apenas porque ela já atingiu um lugar confortável no mercado que ela pára com as suas pesquisas, com os seus trabalhos e com as suas inovações. A empresa é cada vez mais envolvente. Tanto quando produz concursos que incentivam a criatividade dos jovens, quanto, quando com sua sabedoria mercadológica, não cobra multa de portabilidade e mantém seus celulares desbloqueados.
Nós gaúchos, depois de tanto assistirmos as suas propagandas e não podermos desfrutar de suas vantagens, agora formamos filas para desbloquear nossos celulares em uma minivan no centro da nossa capital. Todos querem a Oi. E o seu slogan é mais verdadeiro do que nunca.
"Você fica na Oi porque gosta. Não porque é obrigado." E quem não quer estar na Oi?
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