Depois do estrondoso sucesso de Exterminador do Futuro 2 e de uma sequência que, aparentemente apenas na minha opinão foi maravilhosa, Hollywood volta a apostar no quarto filme da série porém, sem o seu astro maior, Arnold Schwarzenegger. Para encarnar o "robô bonzinho" no lugar do governador da Califórnia, foi escolhido o último Batman, Christian Bale.
Acontece que Bale teve um surto de raiva com um dos participantes da produção, que de alguma forma atrapalhou a sua atuação durante a filmagem de uma cena. O ator irrompeu em uma série de desaforos para o assistente, com direito a gritos e palavrões. E num golpe de muito azar e/ou sorte, dependendo do ponto de vista, esse surto foi gravado em áudio e espalhado pela internet.
Assim, Bale tem a sua imagem manchada por uma reação momentânea, que o expõe como um sujeito rude e com uma certa dose de estrelismo na cabeça, mas, no entanto, o filme que por não ter Schwarzenegger como protagonista, já não dispõe de tanto crédito, acaba ganhando uma divulgação viral, por conta da cena de raiva do ator. O áudio disponível na internet, gerou uma série de vídeos no youtube, cada um, da sua maneira, brincando com o fato.
Além disso, com uma publicação que terá certamente menos impacto (o povo gosta é de escândalo mesmo), a Sony investiu em um jogo on-line, que funciona a partir do browser, não necessitando de download ou de instalação. No jogo o usuário pode escolher entre ser bandido ou mocinho, e sair brincando de exterminador; sem o stress de ter que comprar, baixar ou instalar um programa. Esse modo de jogar se encaixa perfeitamente em um momento em que cada vez mais as pessoas estão ligadas a programas que funcionam exclusivamente on-line e que não necessitam "entrar" no computador. Essa tendência têm os mais diversos motivos, como ocupar o HD da máquina, por exemplo, no fim das contas, o jogo deve acabar sendo apenas um passatempo, não justificando assim, que ele se torne uma perturbação dentro do computador.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Red Bull Paper Wings
Mais um exemplo de ação que efetivamente gera a participação das pessoas de livre e espontânea vontade. Nesse caso é mais do que isso, pois o trabalho desenvolvido pela Red Bull não exige grandes investimentos em mídia. A notícia do evento se espalha no boca-a-boca e as pessoas aparecem para participar. A partir dessa reunião gera-se conteúdo para sites como o YouTube, por exemplo.
Nesse caso a marca desenvolveu um campeonato munda de aviões de papel, ou seja, uma coisa que qualquer pessoa pode fazer em questão de segundos, e isso, com certeza, aumenta muito o número de participantes. Veja o vídeo do campeonato, abaixo:
Dessa forma a imagem da marca se propaga naturalmente cada vez mais, e pela própria mão dos participantes, que têm muito mais credibilidade do que a própria mídia de massa. A Red Bull deixa de gastar fortunas com anúncios de TV e consegue uma relação bem mais íntima com os seus consumidores atuais e potenciais.
Nesse caso a marca desenvolveu um campeonato munda de aviões de papel, ou seja, uma coisa que qualquer pessoa pode fazer em questão de segundos, e isso, com certeza, aumenta muito o número de participantes. Veja o vídeo do campeonato, abaixo:
Dessa forma a imagem da marca se propaga naturalmente cada vez mais, e pela própria mão dos participantes, que têm muito mais credibilidade do que a própria mídia de massa. A Red Bull deixa de gastar fortunas com anúncios de TV e consegue uma relação bem mais íntima com os seus consumidores atuais e potenciais.
Assinar:
Postagens (Atom)
